Tinha tudo para ganhar. Todo o Maracanã cheio. A torcida animadíssima, completa de boas energias.
O Botafogo venceu o São Paulo; mais boas energias cariocas. O Flamengo é melhor que o Goiás, até pode ser avaliação de flamenguista, mas é a opinião geral.. Vinha ganhando com um time muito bom etc, etc.. Mais foi aquilo. O time ficou emperrado. Não foi só por causa da tática do Goiás de ficar atrás esperando, amarrando e contra-atacando tentando o gol numa falha do flamengo.
Houveram boas chances do Flamengo fazer o gol, mas na hora, algo falhava.
Porque o Flamengo não venceu?
Os jogadores explicaram e o técnico disse: for por causa da ansiedade. Estavam ansiosos.
E acho que pode ser verdade, na falta de outra explicação além de que é coisa de futebol
Mas então porque a ansiedade, em jogadores profissionais, mais que acostumados a estas situações? É porque que a ansiedade não pode ser controlada ou evitada apenas com discursos e filmes pré-jogos. É algo que vem do sistema emocional do indivíduo, do sistema límbico, do seu corpo. Faz parte de um programa cerebral. E no caso além da ansiedade individual, havia uma ansiedade coletiva, que funcionava como uma cola, pesando no time todo.
Deve ser muito difícil para muitos jogadores que durante toda a vida desde a infância “ter que vencer” é uma necessidade vital, mais que um jogo, mas uma questão de sobrevivência, uma questão de vida e morte, sua e da família. Dava para ver em muitos um corpo que mesmo trabalhado, revela ainda as necessidades da infância. “Ter que vencer” aquele jogo, pode ter ressoado em muitos “ter que vencer” de sua infância e luta pela sobrevivência.
Considerando que o outro time fez 26 faltas e o flamengo apenas 9 em todo o jogo, isto mostra o profissionalismo dos jogadores do flamengo que souberam equilibrar a emoção de raiva e o desejo de revidar. Mas a ansiedade reinou no campo da alma do time e bloqueou, naquele jogo a sua inteligência emocional impedindo pulsar a vontade, a habilidade e a sua criatividade.
Milton
Queridos amigos Não consegui escrever com a frequência que eu queria, mas mesmo assim quero compartilhar algumas experiências da viagem. Vou escrever aos poucos ao longo dos próximos dias. Mais uma vez nosso grande amigo lisboeta e sua mulher nos proporcionaram uma vivência inesquecível. Eles nos levaram para conhecer e degustar os sabores portugueses no restaurante A Travessa no Convento das Bernardas na Madragoa. Quem for a Portugal deve conhecer este lugar por sua comida deliciosa e o ambiente incomum. Ao mesmo tempo em que estamos num lugar super refinado, vemos a movimentação das pessoas que moram neste convento desativado, que foi transformado em moradia popular. Fiquei encantada com as mulheres que falavam umas com as outras pelas janelas.
No proximo post vou contar sobre os telhados de Praga.
Esther
Amigos portugueses, minha história em Portugal, amor hospitalidade, comidinhas do Minho, cozinhar junto, lavar e arrumar, a Lourdes e o Fernando, a qualidade de vida, a casa na montanha, as aldeias, as aldeãs portuguesas centenárias, o “binho”, o pão saloio, a Ponte de Lima construída pelos romanos no século I, meu filho pintando sua história, a entrada na Galícia, “pan tomat y aceit, mens cavals” (pão, tomate e azeite, meninos e cavalos), a ria de Vigo, o Atlantico, adoro a amplidão desta água, gosto de desfrutar destes momentos mágicos a caminho de Santiago de
Compostela e de La Coruña. Bjs Esther

workshop aberto, Lisboa 22 e 23 de Setembro de 2009
Natureza, Cuidado e Evolução: Psicoterapeutas, médicos e profissionais das áreas de saúde, educação e empresa, interessados na plasticidade do cérebro acreditando na construção do novo mundo possível, junto conosco teorizando neurociência e experimentando.
Gente que conhecemos na Biossintese em Portugal desde 92 até pessoas que ficamos conhecendo no dia.
Foi uma experiência inesquecível.Bjs Esther e Milton Vejam fotos
Meninos pequenos, a bica, os gelados, o Tejo, o Fado, ums guitarra que trina, nós dois aqui de volta como todos os anos desde 91 agora depois de um momento muito difícil de nossa vida envelopados pelo amor de nossos amigos portugueses. Um fim de semana de trabalho criativo aonde paralelamente dois grupos tiveram a oportunidade de provar dos nossos dois diferentes saberes, sabores…
Aqui uma foto da nutrícia lembrança.
Beijos,
Esther e Milton

Queridos amigos, bom dia!
Estou na Espanha, em uma localidade chamada Victoria, nas cercanias de Bilbao. Desde que cheguei houve muito trabalho, por isso, demorei a atualizar o blog. E também porque ainda estou me familiarizando com esta ferramenta, essa é a verdade. O importante é que aqui estou, escrevendo um pouco para manter contato.
De sexta a domingo, dei aulas no curso de formação que existe aqui, onde os alunos são médicos, psicoterapeutas e outros profissionais da área de saúde na Espanha. Fiquei muito emocionada com uma pequena homenagem que fizeram a mim – um breve discurso de um dos alunos, dizendo o quanto se sentiam honrados com a minha presença e com a oportunidade de ter aulas comigo. Também ganhei flores e muitos abraços e beijos. Nessas horas a gente lembra o quanto é gratificante trabalhar com o que se ama e empreender uma jornada nesse sentido.
Hoje (terça-feira), o Milton está chegando do Brasil para me encontrar e vamos juntos para Lisboa, onde daremos um workshop sobre mitos nos dias 25 e 26, no Algarve. Vou tentar mantê-los informados mais amiúde. Abraços e lembranças a todos!
Esther
Foi bonita a festa. Adoramos ver todos vocês e receber o carinho dos que não puderam comparecer.
Foi importante esta virada de página de Internet e na história de 11 anos da criação de nossa escola. Em Biossíntese chamamos isto de “ondas da vida”, que foi celebrado num lindo ritual com música, amigos, comidinhas gostosas, vinho, flores e bençãos.
Valeu, beijos
Milton e Esther