Esta semana tive uma conversa com uma colega. Falávamos sobre oportunidades de workshops e trabalhos em grupo na Escola de Biossíntese. E surgiu a idéia de um workshop em outubro – data a confirmar – sobre O fio de ouro da vida. Melhor que ficar explicando, vou reproduzir o nosso bate-papo:
- Tem um trabalho que eu faço, O fio de ouro da vida.
- Sim?
- É um resgate e uma valorização daquilo que sempre nos salvou e sempre nos guiou para fora das situações de risco, dificuldades…
- Isso me faz lembrar algo que sempre me ajudou.
- O quê?
- Eu sempre acreditei na felicidade. Sempre achei que podia ser feliz. Quando estava triste ou quando algo ia mal na vida, eu procurava corrigir: isso destoa da felicidade. O normal do ser humano é ser feliz.
- Que interessante… Mas você deve ter tido uma infância boa, um bom parto…
- Que nada. Nasci de fórceps, a única diferença é que o meu avô era psiquiatra e mandou o obstetra colocar o ferro sob os meus braços, e não na cabeça. A infância? Acho que os piores momentos foram lá.
- Curioso… Isso confirma uma intuição que eu tenho, de que além do que é construído nessa vida, há algo mais. Algo que já vem com a pessoa. É uma herança.
- Pois é. No meu caso, acho que essa crença na felicidade é o meu fio de ouro da vida.
- Sim, com certeza é.
Aguarde, em Outubro, O fio de ouro da vida. Você já está convidado.
Compostela e de La Coruña. Bjs Esther
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